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fica a dica para quem quer estudar inglês!!
segunda-feira, 19 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Phrasal verbs (aula da Roberta)
Aqui vão as expressões e algum vocabulário para estudo para a aula da Roberta de inglês:
Expressões:
for quite a while: a bastante tempo, por um longo tempo.
to freak out: estado de torpor; ficar dopado; perder o controle.
to figure out: descobrir; encontrar.
to chill out: acalmar-se, controlar-se
to go out: sair
to catch up: alcançar
a couple: dois, dupla, casal
to drifted apart: afastar-se; separar-se
to get along: combinar, acordar, ter em comum
to brings me out the best: desperta em mim o melhor; faz sobressair o meu melhor, me põe para cima
to run into: esbarrar
to cheer up: animar
to hang on to: ter apego, pendurar-se em
to stand up: levantar-se
rough: dificuldades
to open up: abrir
to ask for: pedir
to turn down: desapontamento, recusar
hard-driving: pessoa de difícil convivencia
to hold a grudge: guardar mágoa, guardar rancor
to straighten out: endireitar, esclarecer, por em pratos limpos
to move on: continuar, prosseguir, seguir em frente
to stick up fo: ater-se para, ajudar, prestar a atenção em
stressed out: estressado, nervoso, enraivecido
sound like: isso parece, talvez isso seja, a ideia é....
to come along: vir junto, pegar carona, ir dar uma volta junto
to come up: chegar, estar perto (em questão de tempo)
to look up to: admirar
to suppose to dress up: ter que vestir, estar vestido para a ocasião
No doubt about it: nenhuma dúvida a esse repeito, sem dúvida alguma
to get messed up: ficar confuso
to judge: julgar
to fit in: encaixar-se adaptar-se
just for: só por, apenar por
to keep me an eye out: manter de olhos abertos, manter um olho lá fora, estar antenado
that's the deal: Esse é o acordo
GRAMMAR:
Quando utilizar os verbos: enjoy, avoid e mindo. O próximo verbo deverá vir no gerúndio. Como na frase
I enjoy making new friends
Quando utilizar os verbos: Like, hate ou love. O verbo após esses verbos poderão aparecer no gerúndio ou no infinitivo. como na frase:
I love eat rice and beans / I love eating rice and beans
Expressões:
for quite a while: a bastante tempo, por um longo tempo.
to freak out: estado de torpor; ficar dopado; perder o controle.
to figure out: descobrir; encontrar.
to chill out: acalmar-se, controlar-se
to go out: sair
to catch up: alcançar
a couple: dois, dupla, casal
to drifted apart: afastar-se; separar-se
to get along: combinar, acordar, ter em comum
to brings me out the best: desperta em mim o melhor; faz sobressair o meu melhor, me põe para cima
to run into: esbarrar
to cheer up: animar
to hang on to: ter apego, pendurar-se em
to stand up: levantar-se
rough: dificuldades
to open up: abrir
to ask for: pedir
to turn down: desapontamento, recusar
hard-driving: pessoa de difícil convivencia
to hold a grudge: guardar mágoa, guardar rancor
to straighten out: endireitar, esclarecer, por em pratos limpos
to move on: continuar, prosseguir, seguir em frente
to stick up fo: ater-se para, ajudar, prestar a atenção em
stressed out: estressado, nervoso, enraivecido
sound like: isso parece, talvez isso seja, a ideia é....
to come along: vir junto, pegar carona, ir dar uma volta junto
to come up: chegar, estar perto (em questão de tempo)
to look up to: admirar
to suppose to dress up: ter que vestir, estar vestido para a ocasião
No doubt about it: nenhuma dúvida a esse repeito, sem dúvida alguma
to get messed up: ficar confuso
to judge: julgar
to fit in: encaixar-se adaptar-se
just for: só por, apenar por
to keep me an eye out: manter de olhos abertos, manter um olho lá fora, estar antenado
that's the deal: Esse é o acordo
GRAMMAR:
Quando utilizar os verbos: enjoy, avoid e mindo. O próximo verbo deverá vir no gerúndio. Como na frase
I enjoy making new friends
Quando utilizar os verbos: Like, hate ou love. O verbo após esses verbos poderão aparecer no gerúndio ou no infinitivo. como na frase:
I love eat rice and beans / I love eating rice and beans
quinta-feira, 8 de março de 2012
História da língua portuguesa
O período pré-românico:
Os linguistas têm hoje boas razões para sustentar que um grande número de línguas da Europa e da Ásia provêm de uma mesma língua de origem, designada pelo termo indo-europeu. Com exceção do basco, todas as línguas oficiais dos países da europa ocidental pertencem a quatro ramos da família indo-européia: o helênico (grego), o românico (português, italiano, francês, castelhano, etc.), o germânico (inglês, alemão) e o céltico (irlandês, gaélico). Um quinto ramo, o eslavo, engloba diversas línguas atuais da Europa Oriental.
Por volta do II milênio a.C., o grande movimento migratório de leste para oeste dos povos que falavam línguas da família indo-européia terminou. Eles atingiram seu habitat quase definitivo, passando a ter contato permanente com povos de origens diversas, que falavam línguas não indo-européias. Um grupo importante, os celtas, instalou-se na Europa Central, na região correspondente às atuais Boêmia (República Tcheca) e Baviera (Alemanha).
Os celtas estavam situados de início no centro da Europa, mas entre o II e o I milênios a.C. foram ocupando várias outras regiões, até ocupar, no século III a.C., mais da metade do continente europeu. Os celtas são conhecidos, segundo as zonas que ocuparam, por diferentes denominações: celtíberos na Península Ibérica, gauleses na França, bretões na Grã-Bretanha, gálatas no centro da Turquia, etc.
O período de expansão celta veio entretanto a sofrer uma reviravolta e, devido à pressão exterior, principalmente romana, o espaço ocupado por este povo encolheu. As línguas célticas, empurradas ao longo dos séculos até as extremidades ocidentais da Europa, subsistem ainda em regiões da Irlanda (o irlandês é inclusive uma das línguas oficiais do país), da Grã-Bretanha e da Bretanha francesa. Surpreendentemente, nenhuma língua céltica subsistiu na Península Ibérica, onde a implantação dos celtas ocorreu em tempos muito remotos (I milênio a.C.) e cuja língua se manteve na Galiza (região ao norte de Portugal, atualmente parte da Espanha) até o século VII d.C.
O período românico
Embora a Península Ibérica fosse habitada desde muito antes da ocupação romana, pouquíssimos traços das línguas faladas por estes povos persistem no português moderno.
A língua portuguesa, que tem como origem a modalidade falada do latim, desenvolveu-se na costa oeste da Península Ibérica (atuais Portugal e região da Galiza, ou Galícia) incluída na província romana da Lusitânia. A partir de 218 a.C., com a invasão romana da península, e até o século IX, a língua falada na região é o romance, uma variante do latim que constitui um estágio intermediário entre o latim vulgar e as línguas latinas modernas (português, castelhano, francês, etc.).
Durante o período de 409 d.C. a 711, povos de origem germânica instalam-se na Península Ibérica. O efeito dessas migrações na língua falada pela população não é uniforme, iniciando um processo de diferenciação regional. O rompimento definitivo da uniformidade linguística da península irá ocorrer mais tarde, levando à formação de línguas bem diferenciadas. Algumas influências dessa época persistem no vocabulário do português moderno em termos como roubar, guerrear e branco
A partir de 711, com a invasão moura da Península Ibérica, o árabe é adotado como língua oficial nas regiões conquistadas, mas a população continua a falar o romance. Algumas contribuições dessa época ao vocabulário português atual são arroz, alface, alicate e refém.
No período que vai do século IX (surgimento dos primeiros documentos latino-portugueses) ao XI, considerado uma época de transição, alguns termos portugueses aparecem nos textos em latim, mas o português (ou mais precisamente o seu antecessor, o galego-português) é essencialmente apenas falado na Lusitânia.
O galego-português
No século XI, à medida que os antigos domínios foram sendo recuperados pelos cristãos, os árabes são expulsos para o sul da península, onde surgem os dialetos moçárabes, a partir do contato do árabe com o latim.
Com o início da reconquista cristã da Península Ibérica, o galego-português consolida-se como língua falada e escrita da Lusitânia. Em galego-português são escritos os primeiros documentos oficiais e textos literários não latinos da região, como os cancioneiros (coletâneas de poemas medievais):
À medida em que os cristãos avançam para o sul, os dialetos do norte interagem com os dialetos moçárabes do sul, começando o processo de diferenciação do português em relação ao galego-português. A separação entre o galego e o português se iniciará com a independência de Portugal (1185) e se consolidará com a expulsão dos mouros em 1249 e com a derrota em 1385 dos castelhanos que tentaram anexar o país. No século XIV surge a prosa literária em português, com a Crónica Geral de Espanha (1344) e o Livro de Linhagens, de dom Pedro, conde de Barcelos.
Entre os séculos XIV e XVI, com a construção do império português de ultramar, a língua portuguesa faz-se presente em várias regiões da Ásia, África e América, sofrendo influências locais (presentes na língua atual em termos como jangada, de origem malaia, e chá, de origem chinesa). Com o Renascimento, aumenta o número de italianismos e palavras eruditas de derivação grega, tornando o português mais complexo e maleável. O fim desse período de consolidação da língua (ou de utilização do português arcaico) é marcado pela publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, em 1516.
O português moderno
No século XVI, com o aparecimento das primeiras gramáticas que definem a morfologia e a sintaxe, a língua entra na sua fase moderna: em Os Lusíadas, de Luis de Camões (1572), o português já é, tanto na estrutura da frase quanto na morfologia, muito próximo do atual. A partir daí, a língua terá mudanças menores: na fase em que Portugal foi governado pelo trono espanhol (1580-1640), o português incorpora palavras castelhanas (como bobo e granizo); e a influência francesa no século XVIII (sentida principalmente em Portugal) faz o português da metrópole afastar-se do falado nas colônias.
Nos séculos XIX e XX o vocabulário português recebe novas contribuições: surgem termos de origem grecolatina para designar os avanços tecnológicos da época (como automóvel e televisão) e termos técnicos em inglês em ramos como as ciências médicas e a informática (por exemplo, check-up e software). O volume de novos termos estimula a criação de uma comissão composta por representantes dos países de língua portuguesa, em 1990, para uniformizar o vocabulário técnico e evitar o agravamento do fenômeno de introdução de termos diferentes para os mesmos objetos.
texto retirado do link:
http://linguaportuguesa.ufrn.br/pt_2.php
Os linguistas têm hoje boas razões para sustentar que um grande número de línguas da Europa e da Ásia provêm de uma mesma língua de origem, designada pelo termo indo-europeu. Com exceção do basco, todas as línguas oficiais dos países da europa ocidental pertencem a quatro ramos da família indo-européia: o helênico (grego), o românico (português, italiano, francês, castelhano, etc.), o germânico (inglês, alemão) e o céltico (irlandês, gaélico). Um quinto ramo, o eslavo, engloba diversas línguas atuais da Europa Oriental.
Por volta do II milênio a.C., o grande movimento migratório de leste para oeste dos povos que falavam línguas da família indo-européia terminou. Eles atingiram seu habitat quase definitivo, passando a ter contato permanente com povos de origens diversas, que falavam línguas não indo-européias. Um grupo importante, os celtas, instalou-se na Europa Central, na região correspondente às atuais Boêmia (República Tcheca) e Baviera (Alemanha).
Os celtas estavam situados de início no centro da Europa, mas entre o II e o I milênios a.C. foram ocupando várias outras regiões, até ocupar, no século III a.C., mais da metade do continente europeu. Os celtas são conhecidos, segundo as zonas que ocuparam, por diferentes denominações: celtíberos na Península Ibérica, gauleses na França, bretões na Grã-Bretanha, gálatas no centro da Turquia, etc.
O período de expansão celta veio entretanto a sofrer uma reviravolta e, devido à pressão exterior, principalmente romana, o espaço ocupado por este povo encolheu. As línguas célticas, empurradas ao longo dos séculos até as extremidades ocidentais da Europa, subsistem ainda em regiões da Irlanda (o irlandês é inclusive uma das línguas oficiais do país), da Grã-Bretanha e da Bretanha francesa. Surpreendentemente, nenhuma língua céltica subsistiu na Península Ibérica, onde a implantação dos celtas ocorreu em tempos muito remotos (I milênio a.C.) e cuja língua se manteve na Galiza (região ao norte de Portugal, atualmente parte da Espanha) até o século VII d.C.
O período românico
Embora a Península Ibérica fosse habitada desde muito antes da ocupação romana, pouquíssimos traços das línguas faladas por estes povos persistem no português moderno.
A língua portuguesa, que tem como origem a modalidade falada do latim, desenvolveu-se na costa oeste da Península Ibérica (atuais Portugal e região da Galiza, ou Galícia) incluída na província romana da Lusitânia. A partir de 218 a.C., com a invasão romana da península, e até o século IX, a língua falada na região é o romance, uma variante do latim que constitui um estágio intermediário entre o latim vulgar e as línguas latinas modernas (português, castelhano, francês, etc.).
Durante o período de 409 d.C. a 711, povos de origem germânica instalam-se na Península Ibérica. O efeito dessas migrações na língua falada pela população não é uniforme, iniciando um processo de diferenciação regional. O rompimento definitivo da uniformidade linguística da península irá ocorrer mais tarde, levando à formação de línguas bem diferenciadas. Algumas influências dessa época persistem no vocabulário do português moderno em termos como roubar, guerrear e branco
A partir de 711, com a invasão moura da Península Ibérica, o árabe é adotado como língua oficial nas regiões conquistadas, mas a população continua a falar o romance. Algumas contribuições dessa época ao vocabulário português atual são arroz, alface, alicate e refém.
No período que vai do século IX (surgimento dos primeiros documentos latino-portugueses) ao XI, considerado uma época de transição, alguns termos portugueses aparecem nos textos em latim, mas o português (ou mais precisamente o seu antecessor, o galego-português) é essencialmente apenas falado na Lusitânia.
O galego-português
No século XI, à medida que os antigos domínios foram sendo recuperados pelos cristãos, os árabes são expulsos para o sul da península, onde surgem os dialetos moçárabes, a partir do contato do árabe com o latim.
Com o início da reconquista cristã da Península Ibérica, o galego-português consolida-se como língua falada e escrita da Lusitânia. Em galego-português são escritos os primeiros documentos oficiais e textos literários não latinos da região, como os cancioneiros (coletâneas de poemas medievais):
- Cancioneiro da Ajuda - Copiado (na época ainda não havia imprensa) em Portugal em fins do século XIII ou princípios do século XIV. Encontra-se na Biblioteca da Ajuda, em Lisboa. Das suas 310 cantigas, quase todas são de amor.
- Cancioneiro da Vaticana - Trata-se do códice 4.803 da biblioteca Vaticana, copiado na Itália em fins do século XV ou princípios do século XVI. Entre as suas 1.205 cantigas, há composições de todos os gêneros.
- Cancioneiro Colocci-Brancutti - Copiado na Itália em fins do século XV ou princípios do século XVI. Descoberto em 1878 na biblioteca do conde Paulo Brancutti do Cagli, em Ancona, foi adquirido pela Biblioteca Nacional de Lisboa, onde se encontra desde 1924. Entre as suas 1.664 cantigas, há composições de todos os gêneros.
À medida em que os cristãos avançam para o sul, os dialetos do norte interagem com os dialetos moçárabes do sul, começando o processo de diferenciação do português em relação ao galego-português. A separação entre o galego e o português se iniciará com a independência de Portugal (1185) e se consolidará com a expulsão dos mouros em 1249 e com a derrota em 1385 dos castelhanos que tentaram anexar o país. No século XIV surge a prosa literária em português, com a Crónica Geral de Espanha (1344) e o Livro de Linhagens, de dom Pedro, conde de Barcelos.
Entre os séculos XIV e XVI, com a construção do império português de ultramar, a língua portuguesa faz-se presente em várias regiões da Ásia, África e América, sofrendo influências locais (presentes na língua atual em termos como jangada, de origem malaia, e chá, de origem chinesa). Com o Renascimento, aumenta o número de italianismos e palavras eruditas de derivação grega, tornando o português mais complexo e maleável. O fim desse período de consolidação da língua (ou de utilização do português arcaico) é marcado pela publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, em 1516.
O português moderno
No século XVI, com o aparecimento das primeiras gramáticas que definem a morfologia e a sintaxe, a língua entra na sua fase moderna: em Os Lusíadas, de Luis de Camões (1572), o português já é, tanto na estrutura da frase quanto na morfologia, muito próximo do atual. A partir daí, a língua terá mudanças menores: na fase em que Portugal foi governado pelo trono espanhol (1580-1640), o português incorpora palavras castelhanas (como bobo e granizo); e a influência francesa no século XVIII (sentida principalmente em Portugal) faz o português da metrópole afastar-se do falado nas colônias.
Nos séculos XIX e XX o vocabulário português recebe novas contribuições: surgem termos de origem grecolatina para designar os avanços tecnológicos da época (como automóvel e televisão) e termos técnicos em inglês em ramos como as ciências médicas e a informática (por exemplo, check-up e software). O volume de novos termos estimula a criação de uma comissão composta por representantes dos países de língua portuguesa, em 1990, para uniformizar o vocabulário técnico e evitar o agravamento do fenômeno de introdução de termos diferentes para os mesmos objetos.
texto retirado do link:
http://linguaportuguesa.ufrn.br/pt_2.php
quarta-feira, 7 de março de 2012
Somewhere over the rainbow
Achei linda essa versão!
Lyrics
Somewhere over the rainbow, way up high
There's a land that I've heard of
Once in a lullaby
Somewhere over the rainbow, skies are blue
And the dreams that you dare to dream
Really do come true
Some day I'll wish upon a star
And wake up where the clouds are far behind me
Where troubles melt like lemon drops
Away above the chimny tops
That's where you'll find me
Somewhere over the rainbow, blue birds fly
Birds fly over the rainbow
Why, then, oh why can't I?
If happy little blue birds fly
Beyond the rainbow
Why oh why, can't I?
segunda-feira, 5 de março de 2012
Dicas de livros
- Carnavais, malandros e heróis - Roberto da Matta
- O sofrimento do jovem wherter - Johann Wolgang Goethe
- Nada de novo no front - Erich Maria Remarque (de aventuras)
- Noite na Taverna - Álvares de Azevedo (gótico)
- Inocência - Visconde de Taunay (regionalismo)
- Vidas secas - Graciliano Ramos(regionalismo)
- Assassinato na rua morgue - Edgar Allan Poe (policial)
- Ao vencedor as batatas - Roberto Schwarz (sobre Machado de Assis)
- Um mestre na periferia do capitalismo - Roberto Schwarz (sobre Machado de Assis)
Aula do Fábio
Segue os a explicação do Fábio acerca dos tópicos tratados em aula, bom para quem faltou ou esqueceu de anotar alguma coisa.
Os modos do romance
Tipologia do romance
Os modos do romance
- de ação - Aquele que propõe um problema ao leitor, também chamado de romance espetáculo;
- de personagem - caracteriza-se pela existência de uma única personagem central, que o autor "desenha" e estuda demoradamente. Nos remete a memória, imaginação ou personalidade de uma pessoa ficticia ou não;
- de espaço - caraceriza-se pela estética do espaço social desenhado no contexto geográfico.
Tipologia do romance
- de cavalaria - de grande sucesso em Portugal, narram proezas praticadas por cavaleiros medievais sempre em defesa dos fracos. São famintos por justiça;
- picaresco - origina-se na Espanha, com a publicação de "Lazarillo de Tormes", de 1554. A expressão "pícaro" refere-se " àqueles que vivem de astúcias e trapaças" e, nesse sentido, deu origem a um dos sentidos da palavra "picareta", muito usada ainda hoje. O pícaro ou picareta se vale desses expedientes para garantir sua sobrevivência e tem, com toda certeza, uma visão cínica da realidade que o cerca;
- de aventuras - tem o objetivo de contar aventuras de cunho fictício, o herói é arrancado de sua vida cotidiana e se vê obrigado a confrontar circunstâncias extraordinárias, de grande perigo. Ele resolve todos os problemas usando características que não imaginava possuir. Não há preocupação com verossimilhança.
- sentimental - visto como um conto de fadas para adultos, visto também como construção de identidade (principalmente feminina).
- gótico - dá importância conferida a ambientes oníricos e carregados de tensão psicológica, o personagem é visto como um anti-herói, que busca no sobrenatural as resoluções necessárias para os empasses e um sentido para a sua existência. Influências européias nos romances góticos brasileiros.
- policial - há presença de um processo: um crime, indagações, pesquisas, inquirições de testemunhas e, finalmente, descoberta do criminoso. O enredo é construído acerca de uma certeza, a de que nenhum crime é perfeito, todos são passíveis de solução;
- rural (regionalista) - formula uma literatura patriota, nacionalista. De belezas naturais. X urbano (ou de costumes) o qual o enredo diz respeito a acontecimentos na cidade.
domingo, 4 de março de 2012
Música: entenda porque a disciplina se tornou obrigatória na escola
Nas escolas, a música não deve ser necessariamente uma disciplina exclusiva. Ela pode integrar o ensino de arte, por exemplo, como explica Clélia Craveiro: "Antigamente, música era uma disciplina. Hoje não. Ela é apenas uma das linguagens da disciplina chamada artes, que pode englobar ainda artes plásticas e cênicas. A ideia é trabalhar com uma equipe multidisciplinar e, nela, ter entre os profissionais o professor de música. Cada escola tem autonomia para decidir como incluir esse conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico". Apesar de ser uma boa iniciativa, o trabalho com equipes multidisciplinares para o ensino de música não tem acontecido de forma satisfatória nas instituições de ensino. "De qualquer maneira, trabalhar de forma interdisciplinar ou multidisciplinar em escolas de educação básica é uma tarefa complicada", afirma Clélia.
É necessário prestar atenção se o seu filho está tendo aulas de música com uma equipe adequada ou mesmo se esse tipo de aula está sendo oferecida na escola dele, como diz a lei. De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases de 1996, só estão autorizados a lecionar na educação básica os professores com formação em nível superior, ou seja, profissionais que tenham cursado a licenciatura em Universidades e Institutos Superiores de Educação na área em que irão atuar. No entanto, há uma enorme carência de profissionais com formação superior em Música capacitados para lecionar.
Entenda mais detalhes dessa lei para que você possa compreender e exigir a aplicação dela na escola do seu filho.
texto: Cynthia Costa, Juliana Bernardino e Mariana Queen
mais informações: http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/musica-escolas-432857.shtml
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